sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

ะ Mensagem da Semana ะ

Oi, queridos:
2012 está aí... Com muitos desejos e desafios... Queria muito deixar uma mensagem de ânimo para todos nós, mesmo com todas as dificuldades que sofremos...


"Tua caminhada ainda não terminou....
A realidade te acolhe
dizendo que pela frente
o horizonte da vida necessita
de tuas palavras
e do teu silêncio.

Se amanhã sentires saudades,
lembra-te da fantasia e
sonha com tua próxima vitória.
Vitória que todas as armas do mundo
jamais conseguirão obter,
porque é uma vitória que surge da paz
e não do ressentimento.

É certo que irás encontrar situações
tempestuosas novamente,
mas haverá de ver sempre
o lado bom da chuva que cai
e não a faceta do raio que destrói.

Tu és jovem.
Atender a quem te chama é belo,
lutar por quem te rejeita
é quase chegar a perfeição.
A juventude precisa de sonhos
e se nutrir de lembranças,
assim como o leito dos rios
precisa da água que rola
e o coração necessita de afeto.

Não faças do amanhã
o sinônimo de nunca,
nem o ontem te seja o mesmo
que nunca mais.
Teus passos ficaram.
Olhes para trás...
mas vá em frente
pois há muitos que precisam
que chegues para poderem seguir-te."
Charles Chaplin

Uma boa reflexão em 2012 !
♥ Fê ♥

♀ Mensagem da Semana ♂


O Natal

Ah, o Natal... Ouço pessoas criticarem o consumismo desenfreado que toma as pessoas nesta época cujo significado perdeu-se entre árvores, brinquedos e Papai Noel. Certo, tudo certo...

Mas eu prefiro lembrar que neste final de ano, devido ao famigerado consumismo, milhões de empregos foram gerados e milhões de pessoas puderam resgatar um pouco de sua dignidade.
Prefiro lembrar que neste momento, por conta do dinheiro extra que receberão, muitos pais e mães de família poderão oferecer uma mesa mais farta aos seus filhos.E que devido a alta propaganda de solidariedade que se faz nesta época, crianças carentes poderão ganhar, sim, algum brinquedo.
Prefiro lembrar que muitas pessoas tomadas pelo espírito disseminado nesta época mover-se-ão à caridade e a solidariedade com o próximo.E que você... você poderá, enfim, dar e receber o abraço daquelas pessoas que você gosta mas que por falta de “motivo” para abraçar ficou contido até agora...
Ah, como Deus escreve certo por linhas tortas. O que era para ser “apenas” a celebração do nascimento de Jesus, universalizou-se numa celebração de Fraternidade e Amor.Bem ou mal, o Amor está em toda parte!
E se ainda assim você não quiser celebrar esta data, não tem problema:Quero convidar-te a fazer como fossem Natal todos os teus dias!
Augusto Branco

sábado, 12 de novembro de 2011

εїз Mensagem da Semana εїз

"Há certas horas, em que não precisamos de um Amor...
Não precisamos da paixão desmedida...
Não queremos beijo na boca...
E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama...

Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado...
Sem nada dizer...

Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar, que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a nos fazer sorrir...

Alguém que ria de nossas piadas sem graça...
Que ache nossas tristezas as maiores do mundo...
Que nos teça elogios sem fim...
E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade
inquestionável...

Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado...
Alguém que nos possa dizer:

Acho que você está errado, mas estou do seu lado...
Ou alguém que apenas diga:
Sou seu amor! E estou Aqui!"
 
William  Shakeaspeare

♥ Pessoas: Marilyn Monroe ♥

      Sou suspeita para falar de Marilyn Monroe, pois sou sua fã desde que me conheço por gente. Não somente sou sua fã por sua beleza, mas também (depois de conhecer mais a fundo) pela sua simplicidade, inocência e sofrimentos....
      Bom, seu nome verdadeiro era Norma Jean Mortenson. Ela nasceu no dia 01 de junho de 1926 da segunda união de Gladys Monroe (sua mãe) com Martin Edward Mortensen. Sua mãe, que já tinha dois filhos do seu primeiro casamento e os abandonou, deixando com o primeiro marido, fez a mesma coisa com o segundo marido e com Norma Jean.
      Com apenas duas semanas de vida, Norma Jean foi entregue a uma família adotiva, porque sua mãe não tinha condições de criá-la, alegando não ter ninguém para tomar conta de sua filha, não possuir dinheiro, não poder deixar o emprego e se achava imprópria para ser mãe. Norma Jean abandonada pela primeira vez.
      Norma Jean viveu até os 7 anos com a família Bolenders,com uma educação bastante rigorosa. Mas, sua mãe tornou a pegá-la, comprou uma casa e alugou um quarto a um casal de atores para ajudar na renda. A vida da pequena Norma Jean tomou outro rumo. Criada sob uma conduta rigorosa, passou a observar a mãe e o casal de atores levarem uma vida boêmia.
      Após receber a notícia da morte de seu pai, Gladys entrou em profunda depressão e foi internada. Norma Jean ficou sob os cuidados do casal de atores e da melhor amiga de Gladys, Grace.A casa que sua mãe tinha comprado foi posta à venda. Norma Jean foi abandonada pela segunda vez.
      Novamente foi entregue a uma nova família adotiva e foi abandonada pela terceira vez por essa família, entrando para o orfanato de Los Angeles, onde viveu até os 11 anos de idade. Grace (amiga de sua mãe) conseguiu a guarda de Norma Jean em junho de 1937 e a levou para viver com ela e sua família.
      Em 1942, o marido de Grace recebeu uma transferência para West Virgínia e toda família foi com ele, exceto Norma Jean, pois eles alegaram que não tinham condições para a manter.Abandonada novamente pela quarta vez.
      Antes de partir, Grace arranjou que Norma Jean se casasse com o filho da vizinha, Jim Dougherty. Ela acabou se casando, pois gostava de Jim e não queria voltar para o orfanato.
      Em 1944, Jim foi enviado para o Pacífico e Norma Jean se viu abandonada pela quinta vez. Foi morar com a sogra. Esta arranjou-lhe um emprego como inspetora de para-quedas na Radioplane Company. Um dia, David Conover, fotógrafo que estava a procurar raparigas que contribuíssem para o esforço de guerra, disse para ela que seu lugar era nas capas de revista. 
      Norma Jean pediu demissão e divórcio e candidatou-se a um lugar na agência de modelos "Blue Book". Depois disso ela não olhou para trás. Clareou seu cabelo e começou uma nova vida.
      No final de 1945, ela já tinha aparecido em várias capas de revista, mas queria mesmo ser atriz. Norma Jean conseguiu um teste na Fox em 1946 e foi contratada. Ben Lyon sugeriu-lhe que devia mudar para um nome que soasse melhor: surgiu assim Marilyn Monroe.  
       Somente em 1947 a Fox renovou-lhe o contrato e deu um pequeno papel para ela em seu primeiro filme "Scudda-hoo!Scudda-hay". Mas, em agosto a Fox não renovou seu contrato. Marilyn não desistiu: frequentava aulas de atuação.
      Sua sorte mudou quando voltou para os estudios da Columbia, pintou o cabelo mais louro e começou a receber aulas de quem seria sua ensaiadora nos próximos anos: Natasha Lytess.
      Em 1948 aceitou representar um dos papéis principais em "Ladies of the Chorus", depois ficou sem dinheiro novamente. Aceitou posar nua para a Playboy para pagar suas despesas.
      Marilyn fez alguns filmes, mas era ignorada como comediante. O diretor da Columbia dizia que quando olhavam para ela, não viam mais ninguém.
      Nos meses seguintes, Marilyn aparece numa série de filmes de fraca qualidade, onde surge como "loira ingênua" (coisa que ela detestava) e onde dá às suas personagens mais do que aquilo que elas valem.
      Marilyn Monroe conhece Joe DiMaggio no início de 1952 e casou-se com ele em 1954, na Califórnia. Nove meses depois de seu casamento, sendo abandonada pela sexta vez.
      Entre isso, Marilyn queria ser atriz, e não somente a loira fatal do imaginário masculino. Por isso, montou sua própria produtora e, finalmente, ganhou o Globo de Ouro como melhor atriz em comédia no "Quanto mais quente, melhor".
      Em 1956, Marilyn se casa novamente com o dramaturgo Arthut Miller. Ele escreveu o filme "Os desajustados" especialmente para ela (filme esse que seria o último filme dela). Seu terceiro casamento terminou em 1961, pelo fato dela não conseguir ter filhos e não ser muito boa dona de casa; além dos boatos que surgiram dela ser amante de John Kennedy.E mais uma vez, pela sétima vez, abandonada. Mas, Marilyn era amante dele desde após o divórcio com DiMaggio.
      Marilyn sabia, apesar de suas ilusões, que Kennedy não a queria como a mulher que verdadeiramente era; mas apenas a desejava como a estrela cintilante de cinema. Ela também sabia que Kennedy pretendia livrar-se dela com elegância, pois esse relacionamento estava atrapalhando-o na política.
      Devido a todas as frustrações em sua vida, Marilyn passou a tomar muitos medicamentos para dormir e, vez ou outra, misturava-os com bebida alcoólica.
      Na manhã de 5 de agosto de 1962, aos 36 anos, Marilyn faleceu por overdose de barbitúricos (versão oficial) enquanto dormia em sua casa, na Califórnia.
      Sua morte tem muitas controvérsias até hoje. As gravações de seus telefonemas e outras evidências de sua morte foram desaparecidos; bem como o relatório da sua autópsia e toda a documentação do FBI sobre sua morte. Os amigos de Marilyn Monroe que tentaram investigar sua morte receberam ameaças.
      Há suspeitas de que Marilyn foi sufocada pela máfia por precaução, já que Marilyn era amante de Kennedy e a mesma poderia saber das ameaças de morte que Kennedy sofria pela máfia.
       O que me indigna é o fato dela ter morrido sem as pessoas a terem conhecido por sua verdadeira personalidade. Como ela mesmo dizia, "não sou somente um pedaço de carne". Tinha pavor à camêra e odiava maquiagem. Sua vontade era realmente ser lembrada por seu talento; talento esse que não lhe deram a  oportunidade de mostrar. Ela queria ser atriz, mãe e ter uma companhia que a aceitasse como ela era. Situações essas que também não conseguiu conceber.  

☆Carinhosamente☆
♥Fê♥  
 


     


  
   
 

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

♥Mensagem da semana♥

"Quero tudo novo de novo. Quero não sentir medo. Quero me entregar mais, me jogar mais, amar mais.
Viajar até cansar. Quero sair pelo mundo. Quero fins de semana de praia. Aproveitar os amigos e abraçá-los mais. Quero ver mais filmes e comer mais pipoca, ler mais. Sair mais. Quero um trabalho novo. Quero não me atrasar tanto, nem me preocupar tanto. Quero morar sozinha, quero ter momentos de paz. Quero dançar mais. Comer mais brigadeiro de panela, acordar mais cedo e economizar mais. Sorrir mais, chorar menos e ajudar mais. Pensar mais e pensar menos. Andar mais de bicicleta. Ir mais vezes ao parque. Quero ser feliz, quero sossego, quero outra tatuagem. Quero me olhar mais. Cortar mais os cabelos. Tomar mais sol e mais banho de chuva. Preciso me concentrar mais, delirar mais.
Não quero esperar mais, quero fazer mais, suar mais, cantar mais e mais. Quero conhecer mais pessoas. Quero olhar para frente e só o necessário para trás. Quero olhar nos olhos do que fez sofrer e sorrir e abraçar, sem mágoa. Quero pedir menos desculpas, sentir menos culpa. Quero mais chão, pouco vão e mais bolinhas de sabão. Quero aceitar menos, indagar mais, ousar mais. Experimentar mais. Quero menos “mas”. Quero não sentir tanta saudade. Quero mais e tudo o mais.
“E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha".
Fernando Pessoa

domingo, 30 de outubro de 2011

♥Mensagem do dia♥

"Sempre é preciso saber
quando uma etapa chega ao final.

Se insistirmos em permanecer nela
mais do que o tempo necessário,
perdemos a alegria
e o sentido
das outras etapas que precisamos viver.

Encerrando ciclos,
fechando portas,
terminando capítulos,
não importa o nome que damos.
O que importa é deixar no passado
os momentos da vida que já se acabaram.

Foi despedido do trabalho?
Terminou uma relação?
Deixou a casa dos pais?
Partiu para viver em outro país?
A amizade tão longamente cultivada
desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo
se perguntando por que isso aconteceu.
Pode dizer para si mesmo
que não dará mais um passo
enquanto não entender as razões
que levaram certas coisas,
que eram tão importantes e sólidas em sua vida,
serem subitamente transformadas em pó.

Mas tal atitude
será um desgaste imenso para todos:
seus pais, seu marido ou sua esposa,
seus amigos, seus filhos, sua irmã...
Todos estarão encerrando capítulos,
virando a folha,
seguindo adiante,
e todos sofrerão ao ver que você está parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo
no presente e no passado,
nem mesmo quando tentamos
entender as coisas que acontecem conosco.

O que passou não voltará:
não podemos ser eternamente meninos,
adolescentes tardios,
filhos que se sentem culpados
ou rancorosos com os pais,
amantes que revivem
noite e dia
uma ligação com quem já foi embora
e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam
e o melhor que fazemos
é deixar que elas realmente possam ir embora.

Por isso é tão importante
(por mais doloroso que seja!)
destruir recordações,
mudar de casa,
dar muitas coisas para orfanatos,
vender ou doar os livros que tem.

Tudo neste mundo visível
é uma manifestação do mundo invisível,
do que está acontecendo em nosso coração
e o desfazer-se de certas lembranças
significa também abrir espaço
para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora.
Soltar.
Desprender-se.
Ninguém está jogando
nesta vida com cartas marcadas.
Portanto, às vezes ganhamos e às vezes perdemos.

Não espere que devolvam algo,
não espere que reconheçam seu esforço,
que descubram seu gênio,
que entendam seu amor.

Pare de ligar sua televisão emocional
e assistir sempre ao mesmo programa,
que mostra como você sofreu com determinada perda:
isso o estará apenas envenenando
e nada mais.

Não há nada mais perigoso
que rompimentos amorosos que não são aceitos,
promessas de emprego
que não têm data marcada para começar,
decisões que sempre são adiadas
em nome do "momento ideal".

Antes de começar um capítulo novo
é preciso terminar o antigo:
diga a si mesmo que o que passou,
jamais voltará.

Lembre-se de que houve uma época
em que podia viver sem aquilo,
sem aquela pessoa...
Nada é insubstituível,
um hábito não é uma necessidade.

Pode parecer óbvio,
pode mesmo ser difícil,
mas é muito importante.

Encerrando ciclos.
Não por causa do orgulho,
por incapacidade, ou por soberba.
Mas porque simplesmente
aquilo já não se encaixa mais na sua vida.

Feche a porta,
mude o disco,
limpe a casa,
sacuda a poeira.

Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é."
Paulo Coelho

►Dia do professor?? Dia do desabafo...◄

        
       Olha, sou professora desde 1991. Entrei para a profissão em primeiro lugar por insistência de minha mãe na época (porque tinha feito o científico e ela queria que eu arrumasse um trabalho). Quando comecei a trabalhar, descobri que realmente gostava de lecionar e que não queria ser outra coisa, além de professora.
      Hoje, não sei se não me veria em outro lugar... trabalhando em outra função... Posso dizer honestamente que estou um pouco decepcionada com minha profissão por diversos motivos... E, por incrível que pareça, o salário não é o que mais me decepciona.
     15 de outubro foi dia do professor; e não tenho motivos para comemorar... Gostaria de fazer do dia do professor o dia do desabafo.
     Estou decepcionada porque não somos valorizados como profissão. Todos dizem que aquele que é professor é aquele  que não deu para nada ("não conseguiu fazer medicina, foi ser professor de biologia...."). Além disso, acha que termos duas férias por ano é puro luxo!!! 
      Estamos "a mercê" da sociedade, porque somos obrigados ( e somos mesmo, pelo Conselho Tutelar, pelo ECA- Estatuto da Criança e do adolescente, pelas bolsas(escola, família), pela inclusão...) a aguentar alunos dentro de sala que não querem estudar. Só vão para a escola para comer, brincar e bagunçar a sala; atrapalhando a nossa aula. E o que nos ratifica o direito de dar uma aula com paz e decência??? A Constituição? "Balela pura"! Além disso, ainda existem os pais desinteressados (que são a maioria) que não querem saber do aprendizado do filho, que não participam de nenhuma reunião, que não ajudam nas tarefas escolares, que só querem que o filho seja frequente para receber a bolsa escola (e outras bolsas...) e que quando são chamados à escola ficam com raiva, dizendo que estão perdendo o tempo deles e achando que os professores não tem o que fazer. Melhor: eles não são pais e mães; são apenas progenitores... 
      Fora a violência que entrou para as escolas. Trabalhamos com medo. Medo do que possa acontecer com a gente ou com nossos alunos.
     Diante de tudo que descrevi, acontece frequentemente as doenças profissionais: de voz, de esforço repetitivo, de stress, de depressão... E ainda acontece o seguinte: professor que adoece e/ou falta na escola é tido como mau profissional. Mesmo a sua empresa garantindo a sua falta, você corre o risco de no ano seguinte nenhum professor querer trabalhar c você, porque você falta demais...e eles vão ter que ficar na sala te substituindo, perdendo o horário de estudo ( horário em que fazem tudo, menos estudar). Então podemos dizer que sofremos bulling também: professores que excluem professores que faltam muito; professores que excluem professores que gostam de lecionar e fazem coisas diferentes com os alunos dentro e fora de sala (dizendo que " esses querem aparecer")... e por aí vai...
      E temos também a seguinte situação: a de professores que não dão aula. Entram para dar aula de Matemática por exemplo e levam os alunos para brincar na quadra. E ainda por cima não tem disciplina nenhuma em sala de aula... Quando o professor referência volta para dar a sua aula normal, ele fica mais ou menos uns 40 minutos para colocar uma certa ordem para lecionar... Digo que isso acontece comigo e com muitos professores. Mas a ética profissional faz com que eu não reclame desse sujeito; mas as autoridades competentes (coordenadores,pedagogos, vice-diretores e diretores) na hora da avaliação de desempenho não tem coragem de avaliá-los verdadeiramente. E assim eles continuam na escola e vamos aguentando e fazendo "vistas grossas". Quem trabalha, leva trabalho para casa; quem não trabalha, as pessoas protegem...
      E aí fica a pergunta que não cala: qual vai ser o futuro de quem já é professor e quem vai querer ser professor hoje em dia com baixos salários e altos problemas ????